sábado, 19 de outubro de 2013

Promessas

A comunidade internacional acena com promessas de mundos e fundos, ao fundo do «túnel» das eleições. Estas promessas devem ser relativizadas (e perdoe-me o Ramos-Horta, de quem não duvido da boa fé)... a memória não deve ser curta demais; quem não se lembra das promessas feitas a Francisco Fadul, dinheiro do qual nunca se chegou a ver a cor.

Será que esta «cenoura» é apetecível? Será digno andar a mendigar fundos para realizar eleições? Neste caso em particular, tenho de concordar com o Aly. É preciso contar apenas com os próprios meios; o principal desafio é caminhar com os próprios pés; é mais importante defender com unhas e dentes a soberania nacional. A haver solução, terá de ser endógena.

1 comentário:

Anónimo disse...

ONDE ESTÁ SERIFO NHAMADJO!!!...