Para além do PIR que consta ter salvo Sissoko no dia 1 de Fevereiro e que este mandou matar para não ficar devedor (curiosamente listado dos dois lados, tanto assaltante como defensor), e dos seguranças deste e de Nuno que se neutralizaram mutuamente por desconfiança, só houve dois mortos, ambos motoristas.
Um era de táxi e foi por acaso, na tentativa falhada de resposta à penetração. O outro não foi por acaso que foi na barriga, se tivesse o patrão no carro safava-se.
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