terça-feira, 13 de setembro de 2011

Amnistia Internacional acusa rebeldes de Crimes de Guerra

A situação evolui rapidamente. O pseudo-chefe do novo pretenso-governo desembarcou em Tripoli, para logo se desentender com o comandante militar (pura e simplesmente organizou a pilhagem sistemática de casas de oficiais leais a Kadafi e de empresários ausentes da cidade), que invadiu a cerimónia sem ser convidado e lhe deu um valente empurrão. Agora que «estão» no poder, começam os verdadeiros problemas de como o repartir, que farão de mais esta sequela do 11 de Setembro um novo Afganistão ou Iraque.



O mundo começa a perceber a monstruosa maquinação urdida pelos terroristas da NATO, escondida por detrás das «boas intenções» propaladas pelos média. A AI denunciou as atrocidades cometidas em larga escala pelos rebeldes, desenterram-se todos os dias valas comuns com soldados leais executados a sangue frio.


Obama, em flagrante violação da Constituição (e da sua própria consciência - se não a tivesse perdido - pois enquanto Senador, nos tempos de Bush, fartou-se de invocar a Constituição nesse sentido), porque estava formalmente a refugiar-se numa prerrogativa presidencial de 90 dias para esta operação da NATO, foi obrigado a pedir ao Senado uma extensão, que, grande coincidência, foi a plenário a 11 de Setembro. Oiçam as declarações do futuro presidente americano Ron Paul... prepara-se para ganhar as eleições apenas a desenganar americanos quanto a esta absurda guerra, face aos erros e barracas que dá o actual. Claro que os media não lhe dão grande atenção...




Em declarações à TV, há cerca 4 meses, aquando do primeiro pedido de Obama... http://www.youtube.com/watch?v=xXvjsw-GTKs


O abcesso de Ben Walid, não sendo controlado, incha! Reparem nas «famílias que deixam Ben Walid», vejam nos carros e carrinhas: só crianças e velhos; não se vê uma única mulher a sair de Ben Walid; também elas vão continuar a resistir; passou a ser popular, a resistência.


A China, depois de ter veementemente condenado os bombardeamentos terroristas e criminosos da NATO, vem agora reconhecer que a «nova autoridade» representa a maior parte do povo líbio. Interesseiros? Com medo de perder os biliões em contratos em curso? Não parece que essas sejam motivações para o Partido, já atulhado em dólares aos quais não sabe o que fazer. Parece tratar-se antes de uma jogada diplomática: assumir uma posição de bloqueio no Conselho de Segurança (deveriam tê-lo feito antes vetando a resolução 1973) colocaria a China «nos cornos do boi» e teria elevados custos políticos e talvez pouca eficácia. Assim, estando «do lado certo», reconhecendo o «novo governo», poderão vetar qualquer extensão ao Mandato da ONU/NATO, pois é da competência «do novo Governo», sobre o seu «território». De qualquer forma, poderão sempre depois, como exigem os manifestantes nigerianos enquanto gritam ao seu governo: «desreconheçam o NTC» (e também «acabem com o black genocide»).


Vejam também as declarações patéticas do coitado do dinamarquês que tem o azar de ser Secretário Geral da NATO: surge mais crispado que um defensor de Ben Walid! E quando tem de afirmar que está a defender civis? Definitivamente, o senhor não foi talhado para o papel hipócrita que lhe pedem para representar, está a envelhecer muito depressa e a torturar-se por dentro. Pode sempre pedir a demissão, meu caro, talvez durma melhor! (vejam as mãos!) http://www.youtube.com/watch?v=YP8zzyyuGlg

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