Recomenda-se à agência Lusa a aquisição de aparelhos auditivos para equipar os seus coleccionadores de informação: é que nem aquilo que diz o próprio embaixador português conseguem transcrever, subvertendo inteiramente o sentido:
«o embaixador de Portugal na Guiné-Bissau, Miguel Silvestre salientou que apesar de a Guiné-Bissau ser "um país marcado notavelmente pela resiliência sociocultural e pelo secretismo religioso", a tolerância deve ser protegida...»
A palavra-chave era "sincretismo" e não "secretismo", mas estavam decerto pouco interessados em conhecer o conteúdo noticioso, quanto mais o documento lançado, àcerca do desconcerto do mundo, da explosão do extremismo e da estratégia para o conter.
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