Tentou judicializar a política, mas felizmente não teve sorte nenhuma. Justifica-se uma resposta da PGR tão célere quanto o foram os media a publicitar a sentença inexistente da fénix câmbria.
Festa marcada para a Praça Dom João I, tão cara aos "bem pensantes" por acharem que foi alçado pelo povo de Lisboa, fundando uma nova dinastia. Tanto uma coisa como outra são fake.
Contra tudo o que ensinaram nos últimos cinquenta anos, desde os seis anos e por morte de seu pai que aquele que viria a ser Dom João I foi menino de criação da cavalaria da ordem de Cristo.
Educado entre Tomar e Santarém, foi tal ordem que o alçou a Rei e não o povo, o qual simplesmente aplaudiu o assassinato desse (houveram mais) indesejado galego que por cá passou.
Não houve qualquer quebra dinástica, pois o pai do Rei morto era o mesmo do Rei posto, El-Rei Dom Pedro I, o cruel, que arrancava corações, e se o deixassem violava núncios papais.
A praça está perfeitamente confinada e sem moldura humana, mais de uma hora depois da convocação da festa da acampada. A instigação e distorção mediáticas estão a atingir níveis goebbelianos.
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