segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Juíza aborta em pleno tribunal

Uma juíza vem abandalhar uma lei comunista, feita na refrega do calor das primeiras fogueiras pós-25 muito antes do Verão Quentérrimo, foi altamente consensual e se calhar contribuiu para evitar o pior. Julga mal a doutora se acha que pode livrar-se na primeira linha, só porque despacha para canto e começa a delirar? Peça um parecer sobre o assunto ao Professor Doutor Álvaro Cunhal, que este explica-lhe o comprimido que teve de engolir nessoutro 25. O melhor é engolir as águas do parto, não confunda povo com parvo, pois este já está farto.


Então julga que ao seu balcão de bideira de beco pode despachar qualquer rapidinha? Julga que pode "recusar" os limites, ajavardando-os com subjectividades como excepções e pontualidades, precisamente porque sim, porque lhe apetece? E não haverá nenhum constitucionalista que abone do seu bolso uma providência para acautelar o descrédito da Justiça? Terá amiga PGR para lhe aparar o golpe? Que vá para casa compor a pirâmide demográfica! Até o aborto é torto, quem será o pai? Que se desminta, se esbofeteie e peça desculpa por insulto à PSP e à inteligência.

E, já agora, que cumpra o que o seu nome diz: AN é prefixo de negação + ACAMPO.

Ficará conhecida como A NÃ'CAMPOS das arrossiadas. Bom, antes rossiada que roçada. Que vá pró inferno com a arrazoada ou para caza coser uma arrozada mal amanhada pró trambolho.