segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Surto de psicopatia contagiosa

Tal como profetizado por este blog, o psicopata conseguiu transferir para as ruas de Paris a sua vaidade. Um país inteiro a apanhar, mais a Internacional Comunista a apregoar, a acreditar piosamente em contos de fadas sem amanhã, só para cozer a frustração de um homem. Ainda para mais, armado em "general". C'est de Gaulle asse! Para piorar, o Ministro do Interior tenta fazer-lhe ver razão, apresentando a demissão para que pudesse aproveitar a boleia, uma prancha de salvação! E o anormal nega, como se não estivesse farto de saber que aquilo que o simples bom senso exige é a sua própria demissão. Assim sendo, já só restam ao palhaço seis rodadas, sem reposição, de roleta russa, para evitar ter de expiar em praça pública, recorrendo ao instrumento adequado (carrasco humanitário que dispensa gorjeta das famílias para afiar a lâmina) para um eficaz contra-terror.

Retorno à infância

O zÉ já fala em capitulação: como se esqueceram dele e inventaram outras guerras, o coitadinho do lenski está sem alternativas e não quer largar o couro.

domingo, 18 de outubro de 2026

Realinhamento sub-regional


Impunha-se uma kambança de protectorado, para favorecer o equilíbrio sub-regional. Já era tempo de a Gâmbia se livrar da ocupação estrangeira. Neste caso em particular, Paris não pode contar com a solidariedade de Londres. Valorizando a sua tendência natural para o desencravamento e a promoção estratégica a estado-tampão (razão da criação do Uruguay, por exemplo), a felicidade está estampada no rosto dos dois signatários, Djassi e Gomes. Nunca se viu um acordo de defesa tão consistente nem com tais extremos de real empatia e cumplicidade.

sábado, 17 de outubro de 2026

Os cardumes agitam-se ao largo da Guiné-Bissau



O atum venceu o jejum de vinte anos. Os carapaus, aliados aos peixes-espada, ficaram com inveja, vão entrar na corrida para saber onde está o maná. Talvez os novos sonares possam ajudar a rastrear.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Alterações climáticas

Tempos houve em que a fruta CAÍA de madura.

A angústia da coautoria no momento do lançamento

Presunção e água benta, cada um toma a que quer. A LUSA, como camarão que dorme, nem anota a estranheza do Homem invisível. Sempre à procura de novas formas de engodar e enganar branku pelelé...

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Limpeza

Para além do PIR que consta ter salvo Sissoko no dia 1 de Fevereiro e que este mandou matar para não ficar devedor (curiosamente listado dos dois lados, tanto assaltante como defensor), e dos seguranças deste e de Nuno que se neutralizaram mutuamente por desconfiança, só houve dois mortos, ambos motoristas.

Um era de táxi e foi por acaso, na tentativa falhada de resposta à penetração. O outro não foi por acaso que foi na barriga, se tivesse o patrão no carro safava-se.

sábado, 10 de outubro de 2026

Fala de Gaio

À falta de papa, a Caricatura da democracia. A designação aproveita para lavar as mãos pela venda de "publicidade" ao ditador, publicando aquilo que nunca publicaria há apenas 15 dias atrás. Sinal dos tempos. Gaio, para além de sinónimo de alegre, também é um pássaro.

Cunha

Pedido básico: libertação do blog, que o ditador censurou a granel, junto da ARN, sem processar a Orange (o outro operador nunca alinhou) pela conivência política, pois está proscrita a caça às bruxas, por ordem superior. Ridículo que a censura de palhacinho continue depois da própria queda. Deveria ser nomeada uma Comissão Especializada em restituir a liberdade de expressão e de imprensa, no âmbito do CNT, anulando também pelo caminho todas as taxas e emolumentos sobre as rádios, comunitárias ou privadas (e liberalizando de forma igualmente gratuita a TV). Se o Estado assume o dever da cultura e não o cumpre, deve muito simplesmente desimpedir o caminho.

Livre acesso ao blog a partir de Bissau!

Tchur de Cabral

Cabral na pidiu kopo d'iagu ku transferência dos restos mortais de Armando Namontche para o seu lado, em Amura, com honras militares.

Catarse colectiva

A densa desconfiança popular, fruto das sucessivas inventonas que o desnaturado usurpador engendrou, abafou inicialmente o profundo alívio que hoje se vive em Bissau, impedindo explosões espontâneas de alegria. E talvez seja melhor assim, não só para começar a expiar a meia-dúzia de anos de afronta à Nação de Cabral (pois somos todos culpados, em maior ou menor medida, de não termos conseguido impedir as barbaridades cometidas) como para evitar procurar outros culpados para além da reencarnação de Nino (cumprindo assim um terceiro mandato). Mesmo com o fígado retalhado, continua a perseguir-nos, pois ainda não foi devidamente realizado o processo do assassinato de Cabral e de Titina Silá.

Hoje está mais que provado que foi Nino que mandou matar ambos, acusando os tugas e transformando-os em mártires. Só não vê quem não quer. Dois coelhos de uma cajadada, abusando dos bodes expiatórios ideais para o materializar, despachando-os em seguida (incluindo o primo). Foi esse estilo de autoritarismo, maquiavélico puro, que herdou a ridícula reencarnação. Enquanto todo o povo guineense não assumir que não foi a PIDE (o tuga implicado era fuzileiro) mas sim Nino, manipulando o silêncio colectivo (naquele malfadado dia todos - excepto talvez as crianças da escola-piloto e o médico português - sabiam que Cabral seria executado e não veria a madrugada seguinte), no ka pudi kumpu terra.

Foi o patriotismo das Forças Armadas que acabou por resolver o berbicacho, ao abrigo do seu dever de honra constitucionalmente consubstanciado no número dois do artigo vinte. O selo do patriota General Injai (que, perante a actual inflacção, vai ter dificuldade em expor as dezenas de estrelas a que tem direito), tal como em 2010, 2012 e 2020, foi e continua decisivo e inapelável. Falta a promoção democrática dos merecedores, um triunvirato de vivos (Melcíades Fernandes, Daba Naualna e Salvador Tchongó) e um triunvirato de mártires (Daba Naualna, Salvador Tchongó e Armando Namontche), tornando-se mais que uma simples libertação, uma autêntica reHabilitação Humana, uma apoteose moral.

O acto servirá de catarse colectiva, reconciliando a Nação e lavando a afronta de seis anos de desmando e de demolição sistemática do Estado (que de Direito já tinha pouco). Traficando com tudo e comprando violência, numa aposta avassaladora, há que reconhecer que foi altamente eficaz. Com uma inegável eficiência financeira, dividiu famílias, impôs o medo, submeteu tudo e todos. Um autêntico paradigma dos perigos que corre a suposta, pretensa, erodida democracia que os brancos continuam a querer impingir aos pretos como paliativo e panaceia para todos seus males, apesar de já toda a gente ter muito bem percebido que não é nada assim, na realidade, antes pelo contrário. Se tem de haver ditadura, seja de qualidade.

O que o mau do Mao mais temia era o demónio da desmaoização. A des-$i$$okização não se justifica sequer, pois iria sair caro arrancar o mau alcatrão pago a peso de ouro, que agora liga o Palácio a Pidjiguiti, só para fazer brita para tapar buraco onde mais passam os toca-toca. Resume-se a não atender os telefonemas dos ranhosos dos agentes de Macron, que tresandam a desclassificados e estão bem marcados (pelos próprios serviços, a oposição intestina e até burocrática está a crescer exponencialmente em Paris). Estão obviamente cancelados todos os protocolos adicionais celebrados pelo fundinho e não ratificados pela ANP (único acto de relevo de resistência). E, já agora, Faye que vá catar-se.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Diagnóstico certeiro

Num acto de extrema relevância, colocando em relevo a sua humildade, o Presidente da República condenou a cultura de matchundadi como cancro do país e obstáculo ao desenvolvimento. 

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Reabilitação

O Presidente, na cerimónia de promoção a General do Alto Comando, lançou a reflexão: "se merecemos todos a patente, na vossa opinião, há alguém que já merecesse esse reconhecimento?" 

Todo o país, bem como as famílias em especial, estão à escuta, à espera. Quanto à sentença do tribunal da CEDEAO é para limpar o ... Para as pretensas vítimas, um Xof simbólico, não mais.

Parece que parece que parece que

O que se está a passar é "a pretensão de novos actores políticos que querem ascender e assumir a vacatura do cargo de presidente" decorrente do (contra)golpe dado.

Nexo para o parecer que faria empalidecer La Palice

Fim da moratória

Anuncia-se solenemente o fim da moratória decretada por este blog sobre os assuntos da Guiné-Bissau. 

Dois (Ilídio e Horta) dos sete amaldiçoados foram retirados da lista por revisão da acusação, através de oração e especial invocação, realizada para o efeito. 

Já a morratória continua em vigor para os restantes 5 em 7, mas já só sobra um pretenso nacional sobre quem impendem legítimas dúvidas, tal como com o seu padrinho Nino, sobre a legitimidade da sua nacionalidade (não fosse a mentira de Mamánine...). Os cinco correspondem a um banqueiro suíço, um general nania, dois ex-presidentes africanos e um europeu, ainda em exercício, mas cessante e não reelegível.