De caminho...
... roteiro para o sucesso.
Esta é uma granderrota. Salif foi preso. Encarnava a esperança de resistência à agressão. Resulta por isso num grande ensinamento: não vale a pena tentar resistir à força bruta (tal como à banca rota).
Na continuação da lógica que presidiu à morte induzida do pai, porque não executar o filho? Último acto de dignidade, a pedido do próprio, não poderia ser classificado como um crime de guerra, mas como uma opção muito humana de clemência.
Erro crasso da nova administração, muito verde ainda. Salif, até porque pediu para morrer, continua a significar uma esperança (para além do devir imediato). Caso saia do país, para Haia, passará a encarnar todas as nostalgias e anseios da diáspora; em menos tempo que foi preciso ao NTC com o apoio da NATO, retomará o controlo da Líbia. O homem vale.
Longa vida ao escudo do Islão
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
De rota...
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